segunda-feira, 11 de julho de 2011

Poesia - Crispiniano Neto!

Estudantes na DIRED
Mesmo sem água e sem luz
Eis as glosas:

I
Já está perto de um mês
Que a ocupação foi feita
O Governo não respeita,
Não conversa, Não dá vez...
Com base em não sei que leis
Um juiz que não fez jus
Aos poderes que conduz
Despeja, mas ninguém cede
Estudantes na DIRED
Mesmo sem água e sem luz

II
Protesto é cidadania
Porém o governo alopra,
Rosalba "Morde e assopra"
Acena e não negocia
Corta a água, a energia,
Corta o diálogo e reduz
As chances de quem conduz
A greve, deixar a sede
Estudantes na DIRED
Mesmo sem água e sem luz

III
Gesto ditatorial,
É tabefe em vez de beijo
Em vez de afago, despejo,
Sentença judicial,
Repressão policial,
Coturnos e brucutus...
Quanto mais mexe, o cuscuz,
Mais fica azedo e mais fede
Estudantes na DIRED
Mesmo sem água e sem luz

IV
A UERN está mais triste
Nem parece academia
Porque sua autonomia
Financeira não existe.
Essa turma que resiste
Lá na DIRED, traduz
Entre a espada e a cruz
O que todo mundo pede
Estudantes na DIRED
Mesmo sem água e sem luz!

sábado, 9 de julho de 2011

Espaço do Correspondente.

O outro Lado!


            Nos últimos dias uma realidade tem me chamado bastante a atenção, comentários, no meio da rua e nas redes sociais, dos próprios alunos e principalmente dos pais, vem demonstrando que os mesmos, pertencentes à rede estadual de ensino, não aguentam mais a falta de aulas.
            Sabemos da importância da greve para a categoria, principalmente por já ter vivenciado a realidade da sala de aula e saber das dificuldades enfrentadas pelos professores, dificuldades essas que parecem inexistentes para os governantes, que fingem não ver o que está acontecendo, e que permitem que situações como essas aconteçam, se esquivando, sobretudo, das negociações.
            No entanto não podemos deixar de focar outra realidade, o outro lado do movimento grevista, no qual estão presentes os alunos que, sejamos realistas, são os mais prejudicados com tudo isso, senão os únicos; alunos esses que estão correndo o sério risco de perderem o ano letivo, que estão ociosos, sem uma sala de aula para frequentar.
            Então surgem mais uma vez os questionamentos, como ficará a situação desses estudantes? E mais, como ficarão aqueles que participariam de processos seletivos no final do ano? Como disputar de igual para igual com quem está em sala de aula? ...
             Deixamos aqui o nosso lembrete para os responsáveis por essa situação, a greve é necessária, porém só um lado sai prejudicado, o próprio aluno... Esperamos em breve o fim, ou melhor, uma pausa em tudo isso, claro que, com a expectativa utópica de que algo melhore para os docentes.
           
Miriam Mota.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Permanece o impasse entre governo e os professores do RN:



Não houve consenso entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN) e o governo do Estado, durante audiência de conciliação presidida pelo desembargador Virgílio Macêdo Júnior, na manhã desta quinta-feira (7).

Após constatada a impossibilidade de acordo, o magistrado determinou o encaminhamento do processo - que pede a suspensão e ilegalidade da greve dos professores – para que o Ministério Público possa se manifestar.

Já ficou definido que o julgamento do pedido liminar ocorrerá durante a sessão do Pleno de desembargadores, na próxima quarta-feira (13). O desembargador Virgílio Macêdo e a promotora de Justiça da Educação em Natal, Carla Amico, lamentaram o desfecho da audiência sem que se tenha o consenso esperado.

“A grande perda, neste caso, é que a categoria perde um título judicial com números, algo inédito, e que garante a implementação efetiva dessas conquistas”, enfatizou a promotora. Sinte e governo divergiram quanto à implantação dos 34% de reajuste remuneratório decorrentes da implantação do piso salarial nacional. Enquanto o Sindicato defende a implantação progressiva entre os meses de julho e setembro, o Executivo assinala que somente pode se comprometer com um parcelamento entre os meses de setembro a dezembro.

Um outro impasse diz respeito ao saldo retroativo advindo da implantação deste piso nacional. Os representantes dos professores defendem que os novos salários devem ser computados a partir de abril. Enquanto isso, o governo afirma que não há qualquer definição neste sentido do ponto de vista da legislação e que, por isso mesmo, tende a não contabilizar qualquer espécie de saldo retroativo.

O valor e período de implantação da data-base dos salários dos professores também foi tema de discórdia. Por um lado o Sinte pede um aumento de 21,76% já a partir de janeiro de 2012. Por outro, o Estado argumenta que já há discussões no âmbito do governo federal que realiza um recálculo no percentual de reajuste e também no período de implementação dos valores.

“Nós não nos negamos em cumprir esses reajustes e período da data-base, mas não temos também como especificá-los. Vamos aguardar o que disser a legislação”, assinalou a secretária estadual de Educação, Maria Betânia Ramalho. Estiveram presentes também na audiência o procurador geral do Estado, Miguel Josino Neto; a presidente do Sinte/RN, Fátima Cardoso; e a secretária adjunta de Educação, Adriana Diniz.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mais uma atitude de coerência da professora Amanda Gurgel.

Professora Amanda Gurgel Campanha 10% do PIB já! Amanda Gurgel


Oi,
Nesta segunda, o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011". O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.

Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem "amigas da escola"

Amanda

Natal, 02 de julho de 2011

Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,



Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.


Saudações,

Professora Amanda Gurgel


terça-feira, 5 de julho de 2011

Espaço do correspondente:

De trás pra frente pode ser perigoso:

Estamos vivendo uma era de transformações, o vestibular, antigo vilão, tão criticado, está nos dando adeus, e aos poucos sendo substituído pelo ENEM. Mas, afinal é só isso? Vamos fazer a troca e continuar com a prática de sempre? Como é que vamos alcançar efetivamente uma melhor educação se o processo está começando pelo lado contrário?

Não acredito numa reforma ou melhoria de uma educação que desconsidera as bases e esquece a preocupação com o início. De que maneira se pode evoluir se só mexermos nos resultados enquanto as “continhas” continuam sendo armadas erradas?

Atualmente escolas públicas e principalmente particulares de educação infantil e ensino fundamental, trabalham na perspectiva do vestibular, desvalorizando o contato com o concreto e a inteiração com o meio, receio que estejamos mais uma vez errando, maquiando apenas o fim de um processo mentiroso, olhos abertos pra o início da partida, esse jogo exige sequência.

Não podemos continuar ensinando nossas crianças pautados no distante, ouçamos a voz de cada um dos seres que ajudamos a formar, façamos nosso papel, assumamos nossa responsabilidade, mas como? Sozinhos? Nãooooooooo! Exijamos mais de quem rege a educação brasileira, como professores, mas acima de tudo como cidadãos, exijamos também dos pais, esclareçamos que a escola não é um depósito de crianças!

A educação não é feita de papel e nem só no papel, resultados concretos exigem contatos com o concreto. Tenho certeza plena das minhas palavras quando nos olhos dos meus alunos percebo o brilho e o orgulho da descoberta, quando os escuto multiplicar os temas abordados em sala, à sua maneira, com suas palavras, mas felizes pela certeza de que esse conhecimento não é alheio a eles.

Se queremos extinguir o mecanicismo do vestibular, precisamos substituir nas nossas bases esses mecanicismo, acabar de vez com o aprender por aprender, tornando o conhecimento algo real e palpável, se não for assim, fica difícil supor um final diferente!

Andréa Furtado

Professora.

Pedagoga.

Juazeiro do Norte- CE

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Bullying!

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz. Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.


Senhor professor se você já presenciou, ou vir a presenciar, bullying, não perca tempo, denuncie. Procure a secretaria ou a diretoria da sua escola e fale, não deixe que o bullying faça parte da sua instituição. Vamos todos combater esse mal.
Ronaldo Halisson!

Dia nacional de mobilizações: 06 de julho - Quarta-feira

04 JULHO 2011

Dia Nacional de Mobilizações, 06 de julho, será construído de forma coletiva por todo o movimento sindical Cutista.

A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) iniciará no dia 6 de julho, próxima quarta-feira – como parte das atividades do Dia Nacional de Luta da CUT – uma jornada nacional pela implementação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), associada à Carreira do Magistério e pela aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE). O lançamento da Jornada Nacional com mobilizações e paralisação nos estados e municípios marca o calendário de atividades a serem desenvolvidas pela entidade neste segundo semestre.

domingo, 3 de julho de 2011

A HISTÓRIA ENSINADA ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DOS COLÉGIOS MILITARES .


Em 13 de junho de 2010, a jornalista Ana Pinho trouxe à tona, em reportagem da Folha de São Paulo, mais um problema envolvendo política, memória e ensino de História: o livro didático adotado pelos Colégios Militares traz uma versão antidemocrática sobre a ditadura militar brasileira. O material, que orienta o ensino de história de filhos de militares do exército e outros alunos admitidos por concurso, é produzido pela Bibliex - Biblioteca do Exército - e vendido aos estudantes. Trata-se da obra "História do Brasil: Império e República", de Aldo Fernandes, Maurício Soares e Neide Annarumma, que integra a Coleção Marechal Trompowsky. A primeira edição é de 2001 e a que temos em mãos é a quarta, revisada, de 2005. Na obra, afirma-se que o 31 de Março de 1964 foi uma revolução democrática, reagindo às orquestrações do Partido Comunista, e também para moralizar a administração pública, e, portanto, não se configuraria como um golpe contra um governo - democraticamente eleito. O fechamento do regime é explicado como intransigência da oposição emedebista. As torturas e assassinatos cometidos por setores das Forças Armadas no período não são mencionados.
A matéria suscitou posições contrárias ao uso da obra, publicadas no próprio jornal, tanto de leitores, quanto de articulistas da Folha de São Paulo, como Hélio Schartzman e Melchiades Filho. O assunto foi debatido na lista de discussão do Grupo de Trabalho de Ensino de História da ANPUH. Em 05 de Agosto de 2010, a Associação Nacional de História (ANPUH) enviou carta ao Ministério da Educação, Ministério da Defesa e Casa Civil da Presidência da República, manifestando preocupação diante do fato de que o ensino de história nos Colégios Militares legitíma o golpe de 1964, com evidente desconsideração das mais básicas evidências factuais e da historiografia que se constituem sobre o período. A carta apelou também para o significado profundo do ensino e da aprendizagem nos moldes apresentados pelo material didático dos Colégios Militares:
"O ensino da História é partícipe direto da produção de subjetividades, da formação de consciências, de formas de ver e interpretar o mundo, ele participa diretamente da formação ética e política do sujeito e do cidadão, por isso é de suma importância a avaliação de que versões do passado estão sendo ensinadas. Que subjetividades, que tipo de consciência, que visões de mundo podem estar sendo formadas por uma versão da história que justifica e legitima um golpe contra as instituições ainda em nome de uma pretensa defesa da democracia e da civilização ocidental e cristã, que cidadãos estão sendo formados por uma literatura que justifica, legitima e esconde o arbítrio, a tortura e a violência. Estes livros são no mínimo um duvidoso exemplo de comportamento ético."
FONTE: informe ANPUH
 Por: Gildevan Holanda.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mais um Governo Boicota o Piso:

Reunião do Governo do Estado com professores e assembléia geral da categoria que deliberou, hoje, por estado de greve na rede estadual de ensino:

CE - A direção do Sindicato APEOC, professores, alunos e pais, representando a comunidade escolar da rede estadual de ensino do Ceará, estiveram quarta feira 29/06, no Palácio da Abolição para cobrar do Governo Estadual respostas e encaminhamentos relativos à implementação da Lei do Piso Nacional do Magistério (Lei 11. 738) e da Readequação do Plano de Carreira da referida categoria.

A reunião teve a presença do deputado Ivo Gomes, chefe de gabinete do Governador Cid Gomes; da Secretária de Educação Izolda Cela; do Secretário de Planejamento e Gestão Eduardo Diogo; dos deputados Lula Morais e Nenen Coelho. Representando a categoria dos trabalhadores em educação, o Presidente do Sindicato APEOC professor Anízio Melo, e diretores da executiva do sindicato, e mais 120 professores, 50 estudantes e 3 representantes de pais.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Espaço do Leitor:


Dá pra concordar comigo que atualmente várias pessoas falam em perda ou quebra de valores morais em demasia? Entretanto, vemos mesmo é um ataque direto a tentativas de transformações sociais em defesa da manutenção de certos modos de pensar enraizados pelo clientelismos, ignorância, despolitização, preguiça, mas também descaso, desprezo, desumanização, como diriam muitos sociólogos contemporâneos. Podemos e devemos criticar esse discurso que busca ser hegemônico e que ao mesmo tempo é ele também muito organizado. Me referi a essa questão porque a meu ver nos preocupamos tanto em manter certas estruturas que acabamos desconsiderando outras tantas. Ou seja, é perigo saber que muitos pais estão a cada dia mais preocupados em "pagar às contas no fim do mês" do que ouvir aquilo que seus filhos pensam sobre suas próprias vidas. Exagero? Prefiro dizer teoria! Uma vez que muitos de nossos alunos admitem que vêem para a escola porque é ela uma doce fuga de suas miseráveis realidades. De pais com problemas de saúde, dificuldades financeiras, divórcios dolorosos ou viciados em drogas. Porém, o que a escola está fornecendo para esses sujeitos? Encontrar soluções para problemas que são crônicos de modo raso é o mesmo que enxugar pedra de gelo!

Isaac Medeiros.